quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O apocalipse segundo a "Bíblia"

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No início da era cristã, por volta dos anos 90, uma onda de opressão e violência patrocinada pelo Império Romano alvejava a comunidade judaico-cristã do Mediterrâneo

 Por: Rodrigo Cardoso


METÁFORAS
“Os quatro cavaleiros do apocalipse”, de Billie Waters
No início da era cristã, por volta dos anos 90, uma onda de opressão e violência patrocinada pelo Império Romano alvejava a comunidade judaico-cristã do Mediterrâneo. O clima hostil serviu de inspiração para um dos perseguidos, João de Patmos, redigir um conjunto de textos sobre a história que se passava a sua frente. A obra, intitulada Apocalipse, compõe o último livro da “Bíblia”. Nela, João faz uma leitura econômica, política e social do momento do conflito, explica as causas dele e anuncia como será o fim daqueles dias: a vitória dos que sofriam, do bem sobre o mal. A cada capítulo, o autor procurava passar uma mensagem de conforto que, longe de produzir conformismo, pretendia ajudar o povo a entender aquela situação, resistir e enfrentá-la. Algo como “continue na luta que você vencerá”.

Mais do que o fim do mundo, o Apocalipse de João anunciava, portanto, o fim dos que mandavam no mundo. Acontece que o Apocalipse (apokálypsis, em grego, significa revelação) e outros textos do gênero – que começaram a surgir pelo menos 200 anos antes do de João – são férteis em metáforas e passagens fantásticas. E é esse traço que dá margem a interpretações acerca do fim dos tempos por parte de diferentes correntes religiosas. Personagens e passagens como a besta (que seria, muito provavelmente, o imperador Nero, segundo o Apocalipse de João), o dragão que persegue os descendentes de uma mulher (a Igreja Católica), o cordeiro (Jesus Cristo) enviado dos céus para julgar os homens e os mil anos de paz na Terra vão sendo relidos ao mesmo tempo que fatos históricos, como a ascensão de Hitler, o comunismo, a Guerra Fria e o 11 de Setembro, ganham contornos de sinais do final de tudo.

“Para a tradição apocalíptica americana, que se desenvolveu com grupos religiosos como adventistas, batistas e presbiterianos no século XIX, o “Apocalipse” revelaria as fases da história humana, tanto do passado quanto do futuro próximo, no fim dos tempos” , diz Paulo Nogueira, autor de “O que É Apocalipse” (editora Brasiliense). Desta forma o anticristo poderia ser um novo papa ou um novo ditador, ou quem quer que venha a ser entendido por esses grupos como uma ameaça à liberdade religiosa do mundo e, em especial, uma ameaça à identidade deles. Outro estudioso do tema, o professor de teologia Rafael Rodrigues da Silva, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo, reforça a tese com uma indagação: “Qual dos grupos religiosos que leem o fim do mundo estão ajudando o povo a interpretar a crise econômica mundial?” Para ele, leituras fundamentalistas dos textos apocalípticos têm afastado o teor crítico dos escritos antigos e produzido leituras alienantes. “Quando um grupo perseguido não se entrega e diz que vai vencer em nome de Deus, está fazendo resistência. Aqui, hoje, aplicam a história para alienar, fecham a doutrina na questão da salvação e o foco principal do apocalipse – que é ajudar o povo a enxergar o atual momento e fazer o enfrentamento – é esquecido.”

Alexandre Leone, pesquisador do Centro de Estudos Judaicos da Universidade de São Paulo (USP), acredita que a crise econômica seria o fim do mundo do nosso tempo. Entre os judeus, os textos de caráter apocalíptico se encontram no Livro de Daniel, no Antigo Testamento, e não no de João. Em comum com os escritos seguidos pelos católicos estão, entre outros pontos, a vinda de um juiz, no caso o Messias, e a ideia de que a história caminha para o seu final. A batalha do bem contra o mal, porém, não tem destaque na literatura rabínica.

“A natureza não muda, ou seja, não há de fato um fim do mundo, mas um mundo novo, um conserto dele”, afirma Leone, rabino da comunidade judaica de Alphaville. A ideia de arrumar o mundo foi elaborada por rabinos originários da Península Ibérica, de onde os judeus foram expulsos no século XV. “Não pode haver uma vitória de uma corrente – isso acabaria com o equilíbrio das coisas. O mal tem de existir solto no mundo porque é nessa dança que tudo acontece”, diz Leone.

Religião monoteísta como o catolicismo e o judaísmo, o islã também conta com uma teologia apocalíptica. Segundo o “Alcorão” e as profecias de profetas como Jesus, Abraão e Mohammad – existem, no total, 124 mil profetas –, Deus daria pequenos sinais (como a banalização da vida e da morte, as mudanças climáticas bruscas e o fato de o homem imitar a mulher na maneira de se vestir) e grandes avisos (a vinda do anticristo, o retorno de Jesus, a grande guerra mundial, a inversão da rotação da Terra e o nascimento do Sol no Ocidente) da proximidade do fim dos dias. Os muçulmanos aguardariam o retorno de Jesus, que eliminaria o anticristo. Um reino de paz se estabeleceria até um novo tempo de injustiças se reiniciar. Cristo, então, morreria e com ele seus fiéis. Na Terra restariam os injustos, que seriam eliminados no fim do mundo. “Estamos próximos do fim dos tempos. É difícil eu ver algum pequeno sinal dado por Deus que já não esteja entre nós”, diz o sheik Jihad Hammadeh. As crises do Oriente Médio, o clima de tensão no Iraque e a expulsão dos palestinos para a criação de Israel, em meados do século passado, são interpretados pela literatura islâmica, de acordo com o antropólogo Paulo Hilu, coordenador do Núcleo de Estudos sobre o Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense, como alguns dos sinais.

Hammadeh, que é presidente da comissão de ética da União Nacional Islâmica, reforça que somente Deus tem o poder de precisar quando as profecias irão se concretizar. Nogueira, em “O que É Apocalipse”, segue esse roteiro e escreve que calcular tempos em que as pragas anunciadas pelo Apocalipse de João viriam a acontecer é “deixar de levar em consideração a linguagem mítica em que o ‘Apocalipse’ foi concebido”. No entanto, a humanidade vive com a perspectiva de que o mundo caminha para o fim, de que há forças antagônicas contribuindo para isso e se esquece de atentar para a salvação dos eleitos. “Aquele que lê o Apocalipse não pode viver a vida esperando o consolo após a morte. Deve procurar a justiça aqui”, diz o cônego Celso Pedro da Silva, especialista em Sagrada Escritura. “Se quer que os mil anos de paz e tranquilidade também previstos no Apocalipse aconteçam, tem de aprender a vencer o dragão agora.”  
Extraído de:http://www.istoe.com.br/reportagens/184615_O+APOCALIPSE+SEGUNDO+A+BIBLIA+

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Conhecer Jesus é fundamental para preparar-se para o fim dos tempos.


É a maior riqueza, a maior glória, a maior força; enfim, o melhor de tudo o que pode acontecer com o ser humano: conhecer o Senhor Jesus! É como Ele mesmo afirma, por intermédio do profeta Jeremias:
“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” (Jeremias 9.23,24)


Quando o apóstolo João, referindo-se ao Senhor Jesus Cristo, escreveu “Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apocalipse 1.8), não estava se referindo ao menino nascido de uma virgem, em Belém da Judeia, não!


João estava falando do Senhor Jesus Cristo, Deus! Que era antes de Maria e de todos os seres existentes nos Céus e na Terra! O Senhor Jesus já existia antes de todas as coisas, pois tudo foi criado por meio dEle e para Ele, conforme diz o apóstolo Paulo:


“Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.


Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.” (Colossenses 1.15-20)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Jesus virá com autoridade e poder.

“Eis que vem com as nuvens...” (Apocalipse 1.7) significa que agora o Senhor Jesus Cristo vem com a Sua Igreja em glória. Ele vem com toda a autoridade e poder recebidos do Seu Pai, com a missão de ser Juiz.
A primeira vez Ele veio para salvar, mas na segunda vem para julgar! Daniel também viu esse dia e o relatou, dizendo:


“(...) e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído. O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.” (Daniel 7.13,14;27)


Nesse glorioso dia, o Senhor eliminará o domínio de Satanás e todos os poderes demoníacos e anticristãos, e estabelecerá o Seu magnífico Reino de paz e justiça. E então todas as tribos da Terra, isto é, os povos anticristãos, irão se lamentar. Aleluia! Vem, meu Senhor Jesus!
Extraído de:http://iurdnafundacaocasa.blogspot.com/2011/12/volta-de-jesus-ele-vira-com-autoridade.html

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Créu! ou Céu?

Apocalipse: pra uns será o Céu, pra outros créu!

segunda_vinda_de_cristo_1No primeiro domingo do Advento, período de quatro semanas antes do Natal, a Igreja recorda-nos a segunda vinda de Cristo, para julgar os vivos e os mortos no fim dos tempos. Agora seja sincero: se você ficasse sabendo que o Senhor voltaria hoje à noite, qual seria a sua reação? O que pensaria?
a)    “Está chovendo ou fui eu que fiz xixi nas calças?”
b)    “Vou viajar agora pro Acre. Acho que Jesus não vai lá.”
c)     “Alguém joga água na minha cara! Tô catatônico que nem o Chaves”.
d)     “Por que raios eu não comprei a capa da invisibilidade do Harry Potter?”.
e)    “Mifú…”
O povo vive se perguntando por que Deus permite que tanta maldade aconteça no mundo, mas quando ouve a palavra Apocalipse, quase todo o mundo treme na base. Em parte, esse temor é compreensível, pois desde crianças somos condicionados a pensar no fim dos tempos como uma coisa tenebrosa. Porém, quando voltar em sua glória, o Senhor livrará a Terra de todo o mal, definitivamente.
Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição. (…)
O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho. (Apo 21:4,7)
Quer coisa melhor do que isso? Nada mais de doenças, mortes, injustiças… Como não desejar que isso se torne realidade o mais breve possível?
O livro do Apocalipse foi escrito pelo Apóstolo João, que ali descreve as visões que lhe foram reveladas por Deus, estando ele em êxtase. São João deixa claro que só “vencedores” poderão desfrutar da felicidade eterna. Os demais terão um destino bem diferente:
Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. (Apo 21:8)
É claro que nenhum cristão pode ter a certeza da sua salvação, mas quem ama a Cristo e, apesar de seus limites humanos, busca sinceramente fazer a Sua vontade, vive na esperança, e não no temor. Santo Agostinho define muito bem a consciência que devemos ter diante da promessa da volta de Cristo:
Quem está livre de toda a preocupação espera com segurança a vinda do seu Senhor. Será que se ama o Senhor quando se receia a sua vinda? Meus irmãos, não nos envergonhamos disso? Amamo-lo e receamos a sua vinda? Amamo-lo verdadeiramente ou amamos mais os nossos pecados? Odiemos então os nossos pecados e amemos Aquele que há de vir… (Discurso sobre o Salmo 95)
Poranto, a única coisa que um cristão deve temer é viver sem arrependimento, é fazer do pecado o seu projeto de vida.
QUANDO JESUS VOLTARÁ?
Vez por outra aparece um lunático ou charlatão divulgando uma possível data para o retorno do Messias. Porém, estas previsões estão em total desacordo com o Evangelho. Jesus deixou bem claro que ninguém sabe e nem saberá qual será o dia da Sua segunda vinda:
Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, nem mesmo os anjos do céu, mas somente o Pai. (…) Nos dias que precederam o dilúvio, comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E os homens de nada sabiam, até o momento em que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim será também na volta do Filho do Homem. (Mt 24:36-39)
Jesus disse que devemos estar sempre vigilantes, porque Ele pode voltar a qualquer momento. Ele virá “como um ladrão”, que pega os moradores de surpresa, pois não avisa o dia nem a hora em que invadirá uma casa:
Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes. (Mt 24:43-44)
Não devemos ter medinho do dia em que Jesus vai voltar. Devemos sim, vigiar e esperá-Lo ansiosamente, todos os dias! Vem, Senhor Jesus, pois Tu me fazes falta! Nos meus relacionamentos, no meu trabalho, nas minhas conquistas e derrotas, Tu me fazes falta! Chega de maldade, de mentiras, de ódio e de tristeza! Vem enxugar as nossas lágrimas, vem nos inundar de vez com a Tua beleza!
Aqueles que te amam te esperam. “Vem, Senhor Jesus!” (Apo 22:20).
segunda_vinda_de_cristo_2
*****
Já está no forno um post explicando o livro do Apocalipse de cabo a rabo. Ah, e virá com estudo bíblico. Aguardem!

Extraído de: http://ocatequista.com.br/?p=2742

sábado, 26 de novembro de 2011

Vou Voar!.. Veja música de Marcos Aurelio.


Fonte do vídeo: miguelisdomiguelis Comentários: "essa musica alegra a minha alma eme traz esperança" pastor1101 "Lindíssima canção, mexe com o coração e com a alma!" NormaTeixeira

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Terremotos que fizeram mais vítimas na história.

Confira a lista dos terremotos que fizeram mais vítimas na históriaUm único tremor de terra já matou mais de 800 mil pessoas na China Escombros decorrentes do terremoto de magnitude 7.9, ocorrido em maio de 1970, no Peru (Foto: USGS)A cada ano, aproximadamente 300 mil terremotos acontecem em todo o planeta, sendo que a grande maioria deles nem chega a ser percebida devido à sua baixa magnitude. Entretanto, quando os tremores de terra com grande magnitude acometem áreas de alta densidade populacional, as consequências são devastadoras. Confira abaixo uma lista publicada no site do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), um dos órgãos mais respeitados no assunto, com os maiores terremotos em número de vítimas de que se tem registro na história:
Dia 23 de janeiro de 1556Cidade de Shaanxi, na China
Mortos: 830 mil
Magnitude estimada: 8.0
Dia 12 de janeiro de 2010Haiti
Mortos: 316 mil
Magnitude: 7.0
Dia 27 de julho de 1976Cidade de Tangshan, na China
Mortos: 242.769
Magnitude: 7.5
Dia 09 de agosto de 1138Cidade de Aleppo, na Síria
Mortos: 230 mil
Magnitude: sem registro
Dia 26 de dezembro de 2004Ilha de Sumatra, na Indonésia
Mortos: 227.898
Magnitude: 9.1
Dia 22 de dezembro de 856Cidade de Damghan, no Irã
Mortos: 200 mil
Magnitude: sem registro
Dia 16 de dezembro de 1920Cidade de Haiyuan, na China
Mortos: 200 mil
Magnitude: 7.8
Dia 03 de março de 1893Cidade de Ardabil, no Irã
Mortos: 150 mil
Magnitude: sem registro
Dia 01 de setembro de 1923Cidade de Kanto, no Japão
Mortos: 142.800
Magnitude: 7.9

Dia 05 de outubro de 1948
via:
http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2011/11/confira-lista-dos-terremotos-que-fizeram-mais-vitimas-na-historia.html
Cidade de Ashgabat, na antiga União Soviétiva
Mortos: 110 mil
Magnitude: 7.3
Dia 27 de setembro de 1290Cidade de Chihli, na China
Mortos: 100 mil
Magnitude: sem registro
Dia 12 de maior de 2008Cidade de Eastern Sichuan, na China
Mortos: 87.587
Magnitude: 7.9
Dia 08 de outubro de 2005Paquistão
Mortos: 86 mil
Magnitude: 7.6
Novembro de 1667Cidade de Shemakha, no Azerbaijão
Mortos: 80 mil
Magnitude: sem registro
Dia 18 de novembro de 1727Cidade de Tabriz, no Iran
Mortos: 77 mil
Magnitude: sem registro
Dia 28 de dezembro de 1908Cidade de Messina, na Itália
Mortos: 72 mil
Magnitude: 7.2
Dia 31 de maio de 1970Cidade de Chimbote, no Peru
Mortos: 70 mil
Magnitude: 7.9
Dia 01 de novembro de 1755Lisboa, Portugal
Mortos: 70 mil
Magnitude: 8.7

Dia 01 de novembro de 1693
Cidade de Sicília, na Itália
Mortos: 60 mil
Magnitude estimada: 7.5
Ano de 1268Cidade de Silicia, na Ásia
Mortos: 60 mil
Magnitude: sem registro
Dia 20 de junho de 1990Irã
Mortos: 50 mil
Magnitude: 7.4


Fonte: site do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

domingo, 6 de novembro de 2011

Peste Negra? ?Por que cientistas ressuscitam doença tão perigosa? O Risco do fim do mundo por causa disso agora é maior!?!


CASTIGO DIVINO
Era o Apocalipse. Entre 1347 e 1352, a peste matou 50% dos europeus. Em 2011, o germe culpado foi achado em cadáveres de 700 anos num cemitério londrino (Obra de Giovanni Boccaccio/Corbis)


Ressuscitaram a Peste Negra

Geneticistas reconstruíram o DNA da bactéria que causou a epidemia mais mortal da história. Por que reviver esse monstro?


PETER MOON
O século XIV foi terrível para a Europa Ocidental. A Inglaterra e a França se arruinaram na Guerra dos 100 anos. O clima global começou a esfriar, dando início à Pequena Era do Gelo (1400-1650), com a perda de colheitas e fome generalizada. Foi nesse cenário de penúria e desnutrição que eclodiu a Peste Negra. Entre 1347 e 1352, entre 30% e 50% da população da Europa Ocidental morreu na pandemia mais mortal da história. O total de vítimas no resto do planeta é desconhecido, mas a magnitude da catástrofe deve ter sido semelhante. A humanidade já fora vítima de pandemias terríveis – como a Praga de Atenas, em 430 a.C., ou a Peste de Justiniano, que entre 541 e 544 se abateu sobre o império bizantino –, mas a Peste Negra foi a pior delas. As vítimas eram acometidas de uma febre repentina. O corpo era coberto por caroços purulentos e dolorosos, do tamanho de laranjas. Os doentes deliravam. Morriam em uma semana.

Decorridos 700 anos, a Peste Negra continua matando na África e na Ásia. Causada pela bactéria Yersinia pestis, a doença tem, hoje, baixa virulência e pode ser combatida com antibióticos. Os sintomas atuais são tão brandos em comparação com os relatos do século XIV que os infectologistas duvidavam que seu causador fosse a mesma bactéria Y. pestis. Caso fosse, por que há 700 anos ela foi tão mais letal?

Há três semanas, a primeira pergunta foi resolvida. Uma equipe internacional de geneticistas anunciou na revista científicaNature ter extraído o DNA da Y. pestis dos dentes de quatro cadáveres: um homem, duas mulheres e uma criança. Eles foram enterrados em 1349, ao lado de outras 2.500 vítimas, numa cova coletiva no antigo cemitério de East Smithfield, na região onde hoje estão a Torre de Londres e a Ponte de Londres. “Recuperamos cerca de 99% do genoma da antiga Yersinia pestis”, diz o geneticista alemão Johannes Krause, da Universidade de Tübingen. “Ao comparar esse genoma com o das cepas modernas da Y. pestis, não vimos uma única alteração.” O estudo detalhado dos 4,6 milhões de bases que compõem o DNA da bactéria explicará por que ela foi tão perigosa no passado. Na falta desse estudo, existem duas hipóteses complementares para o fenômeno. A primeira, simples, é a desnutrição de boa parte da humanidade na época. Enfraquecidas, as pessoas seriam presas fáceis da bactéria. A outra hipótese é do geneticista Hendrik Poinar, da Universidade McMaster, no Canadá. Ele diz que a mortalidade no século XIV foi altíssima porque ninguém tinha resistência imunológica contra aquela bactéria recém-evoluída. Com base na frequência de mutação da bactéria original e de suas descendentes modernas, descobriu-se que a doença surgiu entre 1282 e 1343.

Até a reconstrução da bactéria da Peste, nenhum agente infeccioso com mais de 100 anos fora recuperado. Em 2005, infectologistas americanos recriaram o vírus influenza da Gripe Espanhola de 1918, que matou 100 milhões de pessoas. Queriam entender por que aquela cepa de vírus fora tão mais virulenta que a gripe comum. Descobriu-se que a gripe de 1918 foi causada pelo vírus influenza do tipo A(H1N1), a mesma família do vírus causador da pandemia de gripe suína de 2009. Uma única e letal mutação separa o vírus antigo do atual. Os pesquisadores ressuscitaram o microrganismo de 1918 para testar sua letalidade. As cobaias infectadas morreram asfixiadas em quatro dias.

Por que os cientistas correm riscos ao reviver organismos tão perigosos? Eles dizem que isso é essencial para evitar epidemias futuras. Os cientistas acreditam que, ao entender a letalidade da bactéria da Peste Negra ou do vírus da Gripe Espanhola, podem criar tratamentos preventivos contra possíveis mutações perigosas. Há casos, porém, em que essa explicação não basta. O pior inimigo da humanidade foi a varíola, que matou centenas de milhões desde a Antiguidade. Em 1980, após uma bem-sucedida campanha de vacinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus da varíola foi declarado extinto na natureza. Como ele sobrevivia apenas nos seres humanos (ao contrário das gripes, que vêm de pássaros e outros animais), a vacinação pode efetivamente erradicá-lo. As duas únicas cepas sobreviventes – que deveriam ter sido destruídas há décadas, por determinação da OMS – estão no Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos e no Instituto de Virologia de Moscou. A desconfiança entre americanos e russos faz com que hesitem na hora de destruir o vírus. Alegam ser preciso preservá-lo para fazer vacinas. A verdade é outra. Washington e Moscou temem ceder ao oponente o monopólio de uma arma decisiva numa eventual guerra biológica. Resulta desse impasse um risco maior: caso o vírus da varíola escape de um laboratório, encontrará a humanidade indefesa. As crianças não são mais vacinadas contra a doença, e a imunidade dos adultos já prescreveu. Nem se fabricam mais vacinas. Segundo a OMS, uma pandemia de varíola poderia matar até 2 bilhões de pessoas.


    

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

EUA - "Pobreza e fome andam de mãos dadas"

EUA: mais de 20 milhões vivem na pobreza extrema


Ao menos 20,5 milhões de estadunidenses, cerca de 6,7% da população, vivem hoje na extrema pobreza, segundo estatísticas do Escritório do Censo. Para esta consideração os especialistas levam em conta pessoas que estão entre os 50% ou mais abaixo do índice oficial de indigência. Os dados assinalam que a população na situação de extrema pobreza representa quase a metade dos 46,2 milhões de norte-americanos que vivem abaixo da linha da pobreza.
O Censo considera que, para estar no extremo da linha, uma pessoa deve ter um rendimento individual de 5.570 dólares ou menos ao ano, e de 11.157 dólares, no caso de uma família de quatro membros.
Atualmente o contingente de pobres em situação extrema do país estão em um nível recorde, uma da cada 15 pessoas enfrenta essa condição.
Tema central dos protestos do movimento dos chamados indignados de Ocuppy Wall Street, as novas estatísticas mostram os extremos entre os ricos e os pobres da nação enquanto o desemprego se mantém estável em um índice de 9,1%.
A pobreza extrema ocorre mais entre hispanos e negros, as duas principais minorias do país. E também idosos e pobres em idade de trabalhar que caíram na miséria.
Resultados do censo de 2009 indicam que 27,6% dos latinos nos Estados Unidos vivem na pobreza, assim como 23,4 % dos negros.
As autoridades alertam que os bairros com taxas de pobreza de ao menos 40% aumentam em áreas mais amplas, crescendo nos subúrbios em duas vezes mais que o ritmo das cidades.
Segundo o Censo, zonas metropolitanas do sul do país enfrentam agora alguns dos maiores aumentos de concentração de penúria.
O problema afeta 42 estados e o Distrito de Columbia, onde aumentaram os mais indigentes entre os pobres desde 2007.
Resultados do censo de 2009 indicam que 27,6 por cento dos latinos nos Estados Unidos vivem na pobreza, assim como 23,4 por cento dos negros.
Por outro lado, algumas análises indicam que nos Estados Unidos pobreza e fome andam de mãos dadas. Cerca de 20,7% das crianças são necessitadas, com destaque para os hispanos, que atingem 33,1%, indicou recentemente um relatório do Instituto Pan para o Mundo, um movimento religioso contra a fome.
Segundo esse estudo, o problema da insegurança alimentar afetou, em 2009, 14,7% dos lares estadunidenses, tendo sido os hispanos quem enfrentaram mais estas penúrias com 26,9%.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Com 7 Bilhões de Pessoas o Mundo vive momentos dramáticos no fim dos tempos






'Fui otimista', 




diz autor do livro de 1968 




que previa catástrofe global




Professor em Stanford, Paul R. Ehrlich é autor de 'A bomba populacional'.
Ele dizia que milhões morreriam de fome por excesso de pessoas no mundo.




O professor americano Paul R. Ehrlich, autor de
'Bomba populacional' (Foto: Divulgação)
O professor americano Paul R. Ehrlich fez uma previsão catastrófica em 1968. O mundo tinha pessoas demais, e milhões morreriam de fome, se não houvesse um controle do aumento populacional.


Policial controla presença famílias do Níger que passam fome após o governo pedir ajuda para lidar com escassez de alimentos (Foto: The New York Times)

Leia a notícia em:   http://g1.globo.com



Comentarios:


Em Gênesis, Deus lhes disse: "Frutificai e multiplicai-vos, 


e enchei a terra "Gênesis 1:28
Estando agora a Terra cheia é um sinal de que o fim da história humana acabou? Só resta esperar pela segunda ordem do Criador: " Vinde benditos de meu Pai possui por herança o lugar que está preparado antes da fundação do mundo"


terça-feira, 25 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

Os Sinais da Volta de Jesus(Lucas 21)




Lucas 21.6-36
6) Quanto a estas coisas que vedes, dias virão em que não se deixará pedra sobre pedra, que não seja derrubada. 7) E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer? 8) Disse então ele: Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Sou eu, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles. 9) E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. 10) Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; 11) E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. 12) Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome. 13) E vos acontecerá isto para testemunho. 14) Proponde, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de responder; 15) Porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem. 16) E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. 17) E de todos sereis odiados por causa do meu nome. 18) Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. 19) Na vossa paciência possuí as vossas almas. 20) Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. 21) Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. 22) Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. 23) Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias! porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo. 24) E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. 25) E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. 26) Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. 27) E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória. 28) Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. 29) E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores; 30) Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. 31) Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto. 32) Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça. 33) Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar. 34) E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. 35) Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra. 36) Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.

domingo, 16 de outubro de 2011

Profecias do fim do mundo


  Pôster do filme 2012
Praticamente todas as religiões que se tem conhecimento anunciam uma provável época em que mudanças naturais acontecerão até que culminarão com a destruição total do mundo ou, simplesmente, preveem o fim dos tempos que marcará a passagem para um recomeço muito melhor aqui mesmo na Terra (assim como profetizam as crenças judaico-cristãs). 



A Bíblia é, para muitos, o ponto de referência quando o assunto é o fim dos tempos. Porém, segundo as Escrituras Sagradas, ninguém sabe quando o fato irá acontecer, mas são citadas algumas pistas do que estará acontecendo no mundo quando o Juízo Final estiver próximo. O Livro de Mateus alerta: "Cuidado que ninguém os engane. Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; não os alarmeis, porque é preciso que isso aconteça, porém não será ainda o fim. Pois se levantará povo contra povo e reino contra reino; haverá fome e terremotos em diversos lugares, mas tudo isso será somente o princípio das dores". (Mateus 24: 1 - 13).  
Juízo Final - teto da Capela Sistina - afresco de Michelangelo

É interessante notar que os mesmos sinais são citados na maioria das anunciações apocalípticas de diferentes religiões e que o que é apontado como os fatores que prenunciam o fim do mundo são os que ocorrem periodicamente por forças da natureza (que podem acontecer a qualquer momento), tais como eclipses, furacões, terremotos, vulcões e tantos outros cataclismos, assim como acontecimentos de ordem social como a fome, a miséria, doenças incuráveis ou epidemias, guerras... Tudo isso amedronta os seres mortais e até faz com que muitos deles se apeguem aos seres sobrenaturais numa tentativa de encontrarem paz de espírito enquanto o dia final não chega.

No entanto, não é somente a religião que defende que o mundo tem data de validade. A ciência também já se pronunciou em torno dessa hipótese de várias maneiras alegando, por exemplo, que a capacidade de produção de alimentos não atenderá a toda a população humana; que as ações inconscientes do ser humano porão em extinção vários elementos naturais e espécies vivas que são cruciais para manter a existência terrestre; que meteoros gigantescos podem colidir com a Terra como já ocorreu no passado; que o Sol se expandirá a ponto de engolir os planetas circunvizinhos, entre outras.  

  A Terra sendo atingida por um gigantesco meteoro
Tudo na nossa vida e na própria natureza tem um ciclo, geralmente marcado pelo início, crescimento/desenvolvimento e um fim. Possivelmente essa seja a razão pela qual o homem crê e cria hipóteses para o fim do mundo, numa aposta de que o planeta e o cosmo por inteiro também hajam de acordo com essa "lei".

Mas o que se pode constatar até hoje é que, embora o universo, o nosso planeta e a humanidade tenham passado por várias fases de transformações, extinções e evoluções, o mundo continua aqui, girando e passando por novas mudanças. E muitas teorias sobre o fim do mundo falharam, contudo, outras ainda estão "no aguardo" para acontecerem.

O ano 1000, por exemplo, foi muito temido pelos medievos. Segundo Georges Duby (apud. PILLETTI e PILLETTI, 2010, p. 39): "tudo o que parecia ser um desregramento na natureza era considerado um sinal anunciando os tormentos que deviam preceder o fim do mundo. Dou um exemplo: todo mundo pensava que, segundo a vontade divina, a trajetória dos astros é regular. O surgimento de um cometa, isto é, de uma irregularidade, suscitava a inquietação. Um dos cronistas daquele tempo conta que, num ano, viram-se no céu estrelas que se batiam umas contra as outras. Uma delas era enorme e lançava faíscas, a outra, menor, girava ao seu redor. Um outro evocava uma baleia 'grande como uma ilha', avistada no canal da Mancha. Ver surgirem bruscamente animais de dimensões anormais, monstros, fazia pensar que alguma coisa não estava bem no mundo, que ele se desorganizava. Por meio de todos esses acidentes, Deus enviava mensagens. Ele conclamava a manter-se alerta. E cabia aos sábios interpretar esses sinais e explicar o seu significado".

Diante disso, percebe-se que o medo provinha do desconhecido e da novidade. Era isso que alimentava a imaginação de coisas negativas e tenebrosas. Mas convenhamos, até hoje a humanidade teme às irregularidades da natureza e as vê como presságios do fim dos tempos.   

Falar em fim do mundo sem mencionar o nome e as profecias de Nostradamus seria patético. Reconhecido  como o maior profeta moderno, Nostradamus escreveu centenas de quadras nas quais, supostamente, o futuro estava revelado. Nascido na França em 1503, Michel de Nostradame vinha de uma família judia convertida ao Cristianismo. Suas previsões despertam, ainda hoje, as mais controversas reações.  

               Michel de Nostradame
 Talvez a mais lembrada das suas previsões seja a do fim dos tempos que aconteceria no ano 2000. A quadra que se refere a esse acontecimento é a seguinte:

"Em 1999 a sete meses,
do céu virá um grande rei do terror.
Ressuscitará o grande rei D'Angolmois.
Antes que Marte reine pela felicidade".

As palavras de Nostradamus nesse quadrante coincidiram com o final do segundo milênio da Era Cristã. Muitos, precipitadamente, interpretaram que o mundo não chegaria ao ano 2000. Mas Pierre D"Arcy, PhD em História Cristã, afirma que o quadrante faz referência, sim, ao surgimento de uma liderança que poderia ser vista como o Terceiro Anticristo previsto por Nostradamus (o primeiro teria sido Napoleão Bonaparte e o segundo, Adolf Hitler).    

Nessa previsão, Nostradamus teria usado a contagem bíblica para datas e não o convencionado em sua época de vida. Por isso, ao invés de dizer logo o ano 2000, escreveu 1999 e sete meses, pois na Bíblia, Deus permitirá que o Anticristo floresça durante o período de cinco meses. É nesta linha que o texto do profeta deve ser analisado, afirma D"Arcy, e só assim uma resposta consistente poderá ser encontrada no que ele escreveu. Mas passamos o ano de 1999, sobrevivemos à virada do ano 2000 e entramos no século XXI na maior da normalidade.

Porém, após a sobrevivência da espécie humana ao seu terceiro Anticristo, Nostradamus ainda não havia dado por encerrado suas previsões. Em "Presságios", o francês afirma categoricamente que em 3767, não haverá mais seres humanos caminhando sobre a Terra. Só que desta vez, o final absoluto virá em forma de poder divino, uma catástrofe devastadora trazida ao mundo por Deus, em forma de punição final. Certamente a geração humana a qual fazemos parte contribuirá para isso, pois nenhum de nós estará caminhando sobre a Terra na data mencionada. O que será que realmente irá acontecer se o mundo sobreviver a outras teorias finais agendadas para antes de 3767?

O evento do fim do mundo mais próximo de acontecer é o de 2012. Enquanto muitas pessoas acham que o dia 21 de dezembro do próximo ano não vai passar de uma data atarefada por causa das compras de Natal, alguns autores já escreveram livros e cineastas criaram filmes para preparar a população para a chegada do juízo final... fim dos tempos... apocalipse.

A profecia sobre o fim do mundo que gerou o filme “2012” vem do calendário Maia. Mas pesquisadores e cientistas também afirmam que a Terra vai passar por um processo de mudança chamado inversão geomagnética e que os efeitos serão irreparáveis. Segundo as teorias, maremotos e tsunamis, erupções vulcânicas, radiação solar e falha no sistema de comunicação assolarão o mundo.

Segundo a cosmologia Maia, o Planeta Terra possui 5 grandes ciclos ou eras, cada um com cerca de 5.125 anos. Para eles, 4 já passaram. "Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012." diz Steven Alten. Isso acontece porque a cada 26.000 anos o Sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da Terra em relação a esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. "A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos." diz John Major Jenkins. Portanto, segundo o calendário Maia, o mundo está com os dias contados. Será o fim total ou o início de um novo ciclo? Só quem viver verá e somente os que sobreviverem saberão.

   Calendário e pirâmide Maia
Se algo extraordinário ocorrer em qualquer data, ou coincidentemente nas datas previstas, não foi porque alguém disse que iria acontecer, e sim porque a natureza segue seu percurso esnobando calendários, números e datas. Tantas profecias fracassadas revelam apenas que o homem não tem a mínima capacidade de prever o que irá se suceder com o Universo do seu Criador.

Professor Josimar Tais


FONTES:

2012: Livros falam sobre profecias do fim do mundo. Disponível emhttp://br.noticias.yahoo.com/2012--livros-falam-sobre-profecias-do-fim-do-mundo.html Acessado em 10 out. 2011  


Ele vê o fim do mundo. Grandes líderes da História - Nostradamus. São Paulo: Arte Antiga Editora. Edição especial nº 7. P. 30 – 32.

O que é 2012? Disponível em  http://porque2012.com/porque2012.html Acessado em 12 out. 2011

PILLETTI, Claudino. PILLETTI, Nelson. História e vida integrada. São Paulo: Ática, 2010.

POSTAGEM RELACIONADA:
SERÁ QUE O MUNDO VAI MESMO ACABAR EM 2012? Uma explicação do programa “Fantástico” http://professor-josimar.blogspot.com/2009/09/sera-que-o-mundo-vai-mesmo-acabar-em.html

SAIBA MAIS (são indicações ótimas para quem se interessa pelo assunto):


Fim do mundo: 10 profecias fracassadas do Apocalipse: http://hypescience.com/fim-do-mundo-10-previsoes-fracassadas-do-apocalipse/ 



terça-feira, 11 de outubro de 2011

A existência de vida extraterrestre abalaria a sua fé?




Encontrar ETs poderia mudar as religiões para sempre


A descoberta de alienígenas inteligentes seria estonteante em muitos aspectos, mas pode representar um dilema especial para as religiões do mundo.
Os cristãos, em particular, podem ser afetados mais fortemente por notícias assim, porque o sistema de crença cristã não permite facilmente outros seres inteligentes no universo.
Fica a pergunta “Jesus morreu por aliens também?”. De acordo com o cristianismo, o evento histórico há cerca de 2 mil anos era para salvar toda a criação divinda. Imagine o dilema…
Veja como o debate vai: se toda a criação inclui 125 bilhões de galáxias com centenas de bilhões de estrelas em cada uma, como os astrônomos pensam, então o que aconteceria se algumas dessas estrelas tivessem planetas com civilizações avançadas também? Por que Jesus Cristo veio à Terra, de todos os planetas inabitados no universo? Para salvar os terráqueos e abandonar o resto das criaturas de Deus?
Um professor de filosofia da Ruhr-University Bochum, Christian Weidemannof, se autodescreve como cristão protestante e sugeriu algumas soluções possíveis. Talvez os extraterrestres não sejam pecadores, como seres humanos, e portanto não precisem de salvação. No entanto, o princípio da mediocridade – a ideia de que o seu exemplo é mais provável, a menos que você tenha provas em contrário – lança dúvidas sobre isso.


Se existem seres inteligentes extraterrestres, é seguro assumir que a maioria deles são pecadores também, disse Weidemann. Se for assim, Jesus irá salvá-los também? Provavelmente não. Então, a nossa posição entre os seres inteligentes no universo seria muito excepcional.
Outra possibilidade é a de que Deus encarnou várias vezes, enviando uma versão de si mesmo para salvar cada planeta habitado separadamente.
No entanto, com base nas melhores estimativas de quantas civilizações poderíamos encontrar no universo e por quanto tempo os planetas e as civilizações são esperadas para sobreviver, encarnações de Deus teriam que estar em cerca de 250 lugares simultaneamente em um dado momento, assumindo que cada encarnação levou cerca de 30 anos.
Se Deus realmente se tornou corpóreo e tomou forma humana quando Jesus Cristo nasceu, as várias reencarnações não teriam sido possíveis.
Embora a descoberta de inteligência extraterrestre provavelmente estimule um profundo exame de consciência nas pessoas de todas as crenças, muitas das religiões do mundo podem facilmente se acomodar ao conhecimento do que ao cristianismo.
Isso parece ser um problema somente para o cristianismo.
No Islã, por exemplo, Maomé era um profeta, ou mensageiro de Deus, não Deus encarnado. Por isso, profetas adicionais poderiam simultaneamente visitar outros planetas para salvar espécies extraterrestres.
Em última análise, no entanto, a descoberta de alienígenas inteligentes não é suscetível de constituir uma grave crise para o cristianismo. Afinal, a religião já sobreviveu a desafiadoras revelações científicas antes.
Para Hoffmann, a religião é essencialmente conservadora. Você pode colocar quase qualquer coisa sob o seu nariz que ela não vai dar bola. 


http://www.livescience.com


Teólogos acreditam que humanos e alienígenas adoram ao mesmo Deus
Comprovação da existência de vida extraterrestre não abalaria a fé


Se os terráqueos não estão sozinhos no universo e eventualmente, fizerem contato com uma raça extraterrestre, será que iremos aceitá-los como nossos irmãos galácticos?
Esse foi um dos temas do Simpósio 100 Year Starship em Orlando, Flórida, onde discutiram-se questões relacionadas com viagens de seres humanos para sistemas de estrelas distantes no futuro.
Entre os temas discutidos estavam às considerações filosóficas e religiosas sobre a existência de vida em outros lugares do cosmos. Como a comunidade religiosa reagiria à possibilidade de termos alienígenas em nosso meio?
“Depende do que você entende por comunidade religiosa. Se você está falando sobre os teólogos saiba que eles, de tempos em tempos, abordam a questão da existência de outros mundos com seres inteligentes como parte da criação de Deus. Acredite ou não, isso vem acontecendo há 800 anos,” explicou Ted Peters, professor de teologia sistemática no Seminário Teológico Luterano do Pacífico e do Seminário de Graduação Union, ambos na Califórnia.
Anos atrás, o astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano, José Gabriel Funes, afirmou que a Igreja Católica não teria problemas com a possibilidade da existência de vida inteligente em outros lugares do cosmos. Em 2010, Guy Consolmagno, um astrônomo do Vaticano especulou que, se os alienígenas existem, eles devem ter almas e se ofereceu para batizá-los.
“Os astrônomos acreditam que o universo é composto de 100 bilhões de galáxias, cada uma das quais possui bilhões de estrelas. Muitas dessas – ou quase todas – poderiam ter planetas habitados”, disse Funes. “Como você pode excluir a possibilidade de que a vida se desenvolveu em outro lugar? Do mesmo modo que há uma multiplicidade de criaturas na Terra, pode haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus”, acrescentou. “Isso não contradiz nossa fé, pois não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus. Se consideramos criaturas terrestres como ‘irmão’ e ‘irmã’, por que não poderíamos falar também de um ‘irmão extraterrestre’?”
Ted Peters, autor do livro ” OVNIS: Carruagens de Deus “, concorda com Funes.
“Eu conheço vários jesuítas que trabalham no observatório do Vaticano e eles são cientistas sérios que estão a tentar responder à questão da possibilidade de inteligência extraterrestre”, disse Peters. “Teologicamente, eles acreditam que a criação de Deus é imensa e que outros seres inteligentes seriam criaturas do mesmo Deus que conhecemos, pois só há um Deus.”
A fim de abordar a questão de como as religiões da Terra reagiriam ao contato com uma civilização alienígena, Peters elaborou um questionário que tem sido enviado a diversos líderes religiosos. A conclusão de suas pesquisas indica, segundo ele, que os religiosos estão muito mais dispostos a louvar a Deus juntamente com um alienígena do que poderíamos esperar. ”
Ainda segundo o resultado preliminar de sua pesquisa, Peters afirma que “as pessoas de muitas denominações diferentes, acreditam que a realidade da vida extraterrestre não faria mal à sua fé”.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br
Minha opinião: Se comprovar a exitância de Ets, temos um problema teológico; É  a questão do pecado original, teria esse pecado de consequências universal ou só planetário???

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